sexta-feira, 8 de maio de 2009
Amigos... Bom demais!
Texto engraçado...
POSIÇÕES SEXUAIS E SEUS PECADOS, SEGUNDO EDIR MACEDO
Retirada do livro 'Castigo Divino' da Igreja Universal do Reino de Deus- (Edir Macedo) AUTOR : Bispo Edir Macedo - Vejam os comentários sobre o pecado das seguintes posições sexuais:
Posição de quatro: É uma das posições mais humilhantes para a mulher, pois ela fica prostrada como um animal enquanto seu parceiro ajoelhado a penetra. Animais são seres que não possuem espírito, então o homem que faz o cachorrinho com sua parceira fica com sua alma amaldiçoada e fétida.
Sexo Oral: O prazer de levar um órgão sexual a boca é condenado pelas leis divinas. A boca foi feita para falar e ingerir alimentos e a língua para apreciar os sabores. A mulher engolindo o sêmen não vai ter filhos. E o homem somente sentirá dores musculares na língua ao sugar a vagina de sua parceira.
Sexo Anal: O ânus é sujo, fétido e possui em suas paredes milhões de bactérias. É o esgoto propriamente dito. No esgoto só existem ratos, baratas e mendigos.. A pessoa que sodomia ou é sodomizada ela se iguala a um rato pestilento.. Seu espírito permanece imundo e amaldiçoado. Mas o pioré quando o ato é homossexual, pois o passaporte dessa infeliz criatura jáestá carimbado nos confins do inferno.
Veja a maneira certa de se relacionar sexualmente, segundo a cartilha: Posição Recomendada: O homem e a mulher devem lavar suas partes com 1 litro de água corrente misturado com uma colher de vinagre e outra de sal grosso. Após isso, a mulher deve abrir as pernas e esperar o membro enrijecidodo seu parceiro para iniciar a penetração. O homem após penetrar a mulher, não deve encostar seu peito nos seios dela, pois a fêmea deve estar orando ao Senhor para que seu óvulo esteja sadioao encontrar o espermatozóide..
Depois do ato sexual, Os dois devem orar, pedindo perdão pelo prazer proibido do orgasmo. Como penitência... O açoite com vara de bambu é aceito em forma de purificação.
Conclusão I : OU NOS VEREMOS TODOS NO INFERNO OU VAI FALTAR BAMBU NO MUNDO.
Conclusão II : SE ALGUÉM PRECISAR DE BAMBU, LÁ EM CASA TEM E EU NÃO USO.
Conclusão III: SAL GROSSO E VINAGRE??? VAI TRANSAR OU VAI FAZER CHURRASCO.
VEJO VOCES NO INFERNO!!!!!!!!!!!!
terça-feira, 5 de maio de 2009
As aventuras dos acrianos ou acreanos na cidade do Rio de Janeiro
Uma notícia no jornal de maior circulação no Estado do Rio de Janeiro chamou a atenção dos cariocas. Dizia o seguinte:
“Uma cena inusitada chocou os banhistas da cidade de Búzios na manhã deste sábado.
Uma moça chamada Thalia de Menezes, que segundo informações veio da cidade de Rio Branco, no ACRE (vide mapa para identificação do Estado), foi encontrada pela equipe de salvamento do corpo de bombeiros em estado de choque, completamente congelada!!!
Isso mesmo! Congelada!!
Mas tudo acabou bem graças aos esforços dos nossos heróis que fizeram o impossível para salvar a vida da turista maluca.
Nossa equipe de reportagem conseguiu uma entrevista exclusiva com os acompanhantes da moça, que relataram como tudo aconteceu...
De acordo com Paula, também do ACRE, sua amiga insistiu para que os três saíssem da cidade de Cabo Frio às 5 horas da manha para poder curtir por mais tempo as praias de Búzios. Paula, já conhecedora das temperaturas das águas nas madrugadas, alertou insistentemente sua amiga, mas ela, como boa Paraíba, não lhe deu ouvidos.
O namorado de Thalia, que pediu para não ser identificado, tamanha a vergonha e constrangimento que passou, afirmou que o sonho dela era amanhecer o dia tomando banho no mar.
O Estado do Rio de Janeiro em conjunto com a Secretaria de Turismo, numa atitude imediata e enérgica, já editou normas para evitar que mais acidentes dessa natureza venham a acontecer.
Em nota, o governador afirmou que a Lei Thalia de Menezes era destinada a turistas vindos da região norte, em especial do Estado do ACRE, proibindo-os de entrar no mar antes das nove horas da manha. “Vamos fazer uma campanha nacional de conscientização e fazer propagandas educativas para ensinar os turistas acrianos a se comportarem na nossa cidade”, disse ele.
Rotina!!!!
CRIE, RECORTE, PINTE, RASGUE, MOLHE, DOBRE, ame, PICOTE, INVENTE,AME, REINVETE.....
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Consultas
Tinha uma sentada no sofá da entrada, sentada não, deitada no colo do marido, do jeito que ela tava as 8h quando eu cheguei, ficou até 1h da madruga, quando foi atendida (isso mesmo, o médico atende até as 4 da madruga!)
Tinha tambem uma garota lendo um livro... Essa parecia ser mais normal...
Chegou um rapaz, com cara de louco, que não parava de falar... O velho que não suportava barulho ficara tapando os ouvidos. O doido falando sem para de filmes. Ía no banheiro a cada 10 minutos ou menos... Quando o consultório estava cheio, não dava pra entender o que ele estava fazendo... Fui fumar no corredor e senti um cheiro estranho de maconha... Imaginei: isso é coisa da minha cabeça, de onde viria o cheiro?!
E aí acabou minha maratona!
Tenho mais uns 2 ou 3 posts ainda sobre a viagem. Me ajuda a contar a sua ida pra lá Thalia?!
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Viagem...Rio, aí vou eu!
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Um Domingo Qualquer
Sei que vocês vão achar estranho, que eu sou corneteiro e ultimamente só falo em futebol e tal, mas domingo tem decisão e essa historia do Primo Rica me deixou realmente emocionado.Era um dia frio, sem chuva. Seria um dia chato, não fosse o Maracanã lotado e a expectativa de um título. Ele não era fanático, sequer tinha visto o estádio lotado na vida, até então. Tinha 13 anos e torcia, timidamente, para o Palmeiras, apesar de morar no RJ.
Naquele domingo seu pai o levou na final. De bandeira, camisa e ingresso na mão, chegou assustado com a multidão. Entrou faltando 15 minutos pra começar e, quando olhou em volta, disse: “Pai, quantas pessoas tem aqui?!?”.
- Muitas, filho… uma nação inteira, disse o pai.
Aquela multidão explodiu em faixas, bandeiras e papel picado minutos depois. O garotinho se encolheu com medo e sentou. Com 1 minuto de jogo a torcida levantou e não deixou que o guri visse mais nada. Ele ouvia, sentia, mas não assistia.
Seu pai, rubro-negro fanático, não tinha muita esperança de que seu pivete palmeirense um dia se envolvesse com futebol. Jamais mostrou grande interesse, e só torcia porque tinha um amigo que era palmeiras.
O Flamengo saiu ganhando, mas não bastava. Tinha que ser com 2 gols de diferença, ou nada. Seu pai explicou que “faltava um”, e o garotinho não entendeu. Afinal… vitória não é vitória de qualquer jeito?
Sofreu um gol, e ele não tirou sarro do pai como sempre fazia. Ficou triste, como que contagiado pela multidão. O outro lado, 40% do estádio apenas, fazia barulho, e ele ouvia o silencio da nação a sua volta. Segundo ele, o silencio mais dolorido que já escutou na vida.
O Flamengo fez o segundo, e o garotinho, se envolvendo com o jogo, vibrou. Pulou no colo do seu pai e o abraçou como se fosse um legítimo urubuzinho.
Não era, ainda.
A torcida começou a cantar o hino, que ele sabia de cor de tanto ouvir o pai cantar. Pela primeira vez, cantou num estádio, e fez parte da nação. A angustia de milhares não passou em branco. Em mais alguns minutos o garotinho suava e já rezava de mãos grudadas ao peito.
O Flamengo virou, mas não bastava.
40 minutos do segundo tempo. Mesmo com 2×1 no Placar, a nação ouvia gozações do outro lado. Ele não entendia, e fez o pai explicar, mesmo num momento dramático do jogo.
Atencioso, o pai sentou e contou pro garoto que o Flamengo precisava ter 2 gols de vantagem, porque a vitória por um gol empataria a soma de 2 jogos, e o empate era do rival. Ele não entendeu bem, mas simplificou em sua cabeça: “Mais um e ganharemos”.
Opa… “ganharemos”? Ele não era palmeirense?
E então, aos 43 minutos, onde alguns já se mexiam na direção da saída, uma falta do meio da rua. Seu pai vibrou e ele questionou: “O que foi? Foi pênalti!? “
- Quase isso, filho!! Dali pro Pet é pênalti!!, profetizou o pai, ignorando a distancia da falta.
A cobrança… o silencio eterno de 1 segundo e a explosão. Gol do Flamengo! Petkovic! E seu pai o abraça como nunca abraçou em toda sua vida. Pula, joga o garoto pra cima, beija, chora…
O garotinho, numa mistura de susto com euforia, olha em volta e, de braços abertos, comemora em silencio um gol que não era dele.
Sem razão, ele chora. E chorando, abraça o pai que, preocupado, rompe a alegria e pergunta: O que foi? O que foi? Se machucou?
- Não… Eu to feliz, pai!
Sem mais palavras, o pai sentou e abraçado ao garotinho deu um abraço de tricampeão. O jogo acabou, e os dois continuaram abraçados.
A festa rolando, os dois assistindo a tudo aquilo emocionados, o garotinho absolutamente embasbacado com a cena, já que nunca havia visitado um estádio lotado, muito menos uma decisão. O pai olhava pro campo e pro filho, porque sabia que, talvez, aquele fosse seu único momento na vida onde teria a imagem de seu garoto comemorando um titulo do time dele.
E chorava, sem vergonha nenhuma de quem estivesse em volta.
O menino foi embora pensativo, eufórico. Em casa, contou pra mãe com uma empolgação incomum sobre tudo que viveu naquela tarde. E não falava do jogo, apenas da torcida. Iludido por uma frase, contou pra mãe:
- Aí, no finalzinho, teve um pênalti! E o Flamengo fez o gol…
- Não filho… não foi pênalti! Foi de falta.
- Mas você disse que foi pênalti…
- Era modo de falar…. hahahahahah
- Então, mãe… aí, o cara fez o gol e a gente foi campeão!!!
Pronto. Aquele “a gente” fez o pai parar de colocar cerveja no copo, virar a cabeça lentamente e perguntar, com medo da resposta:
- A gente, filho?
(silencio…)
- É pai! O Mengão!!!!!
Emocionado, o pai abraçou o garoto e não falou nada. Ali, seu maior sonho virava realidade. A mãe entendeu, deixou os dois na cozinha e saiu de fininho, enquanto o pai começava a contar de uma outra final que viveu em mil novecentos e bolinha, com toda a atenção do novo rubro-negro.
Hoje o garoto tem 21, completados há alguns dias.
Quando seu pai perguntou o que ele queria de presente este ano, a resposta foi essa:
- Dois ingressos, uma bandeira, a camisa nova e ver você chorando igual aquele dia.
E há quem diga que “futebol é bobagem”…
Abs,
RicaPerrone
Texto do Urublog, do Arthuzão
Tem texto novo no forno...
SRN